
Uma voz de criança diz: “- DEUS, DEUS? Onde estás?”
Logo, ouve-se a voz de um homem que pergunta: “- O que se passa menino?”
O menino diz: “- Nada. Estou só a chamar o cão.”
O homem questiona: “- O nome do teu cão é… DEUS?”
O menino explica: “- Sim. Ele também não existe!”
Todavia, h caminhos que podem abrir o cora o do homem ao conhecimento de Deus, sinais que conduzem para Deus. Certamente, com frequ ncia corremos o risco de sermos ofuscados pelo cintilar da vida mundana, que nos torna menos capazes de percorrer tais caminhos ou de ler tais sinais. Contudo, Deus n o se cansa de nos procurar, fiel ao homem que criou e salvou, permanece pr ximo da nossa vida, porque nos ama. Esta uma certeza que nos deve acompanhar todos os dias, mesmo se determinadas mentalidades difundidas dificultam que a Igreja e o crist o comuniquem a alegria do Evangelho a cada criatura e levem todos ao encontro com Jesus, nico Salvador do mundo. Todavia, esta a nossa miss o, a miss o da Igreja e todos os crentes devem viv -la jubilosamente, sentindo-a como pr pria, atrav s de uma exist ncia animada verdadeiramente pela f , marcada pela caridade, pelo servi o a Deus e aos outros, e capaz de irradiar esperan a. Esta miss o resplandece sobretudo na santidade para a qual todos somos chamados.